Superficial: atinge apenas a epiderme e é indicado para manchas e melasmas, por exemplo. Não há necessidade de preparação prévia, mas exige protetor solar até que a pele fique totalmente recuperada, sem descamação ou vermelhidão.
Os dermatologistas costumam recomendá-lo para quase todos os casos, aumentando apenas o número de sessões - isso garante que não haverá nenhum tipo de lesão e que você não vá precisar sair de circulação depois de fazê-lo.
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Médio: atinge a derme e é indicado para rugas, marcas mais profundas, degeneração e cicatrizes. Há dermatologistas que preparam a pele com aplicações de ácido retinóico ou com um peeling superficial.
"Quem se submete a este peeling, vê resultados melhores, mas fica de três a sete dias fora de circulação, até que uma pele fina, nova e avermelhada apareça", explica o dermatologista.
Neste método, o bloqueador é indispensável e deve ser aplicado continuamente.
Profundo: é muito útil para peles extremamente enrugadas. "É como se a paciente fizesse uma cirurgia plástica, mas o peeling não muda a feição e ainda tira qualquer mancha da pele. O procedimento é feito com anestesia, monitoramento cardíaco e das funções hepáticas para garantir que a química utilizada não caia na corrente sangüínea e para que não sinta dor.
O tempo de recuperação é quase o mesmo do peeling médio, de sete a dez dias, mas pessoas que têm herpes simples (aquelas feridinhas que aparecem na boca), precisam de corticóides para garantir que não ganharão cicatrizes ao invés de uma pele de pêssego.